Predestinação, Uma ação de Deus que nos leva a Glorificar o Seu Nome – Tiago H. Souza

Predestinação, Uma ação de Deus que nos leva a Glorificar o Seu Nome.

  Uma breve análise de Romanos 9 – 11.

 

Definições:

 Predestinação: Predestinar é determinar previamente o destino. A palavra proorizõ significa “marcar com antecedência”. Biblicamente esta limitada ao povo eleito e assegura sua posição presente e futura.

Eleição: A eleição enfatiza a livre escolha de indivíduos para a salvação. Quando Paulo usa o verbo no original, ele o faz o na voz média, indicando que a escolha de Deus feita livremente é para seus próprios propósitos.

Introdução

Ao observar o livro de Romanos rapidamente nos apaixonamos por ele. Suas colocações sobre o pecado, o homem e a intervenção divina são colocadas de uma forma tão maravilhosa que temos a impressão de que estamos sentados em uma sala de aula enquanto Paulo nos da aquela saborosa aula de sistemática.

Paulo nos apresenta temas como:

– O Evangelho como justiça (1.1-17)

– Ira sobre todo o que peca (1.18-3.20)

– A justiça salvífica de Deus para todo o que crê (3.21-4.25)

– A vida dos justificados mediante a fé (5.1-8.39)

– Deus decide quem integra seu povo (9.1-11.36)

– As implicações do evangelho para a igreja de Roma (12.1-15.13).

É no livro de Romanos que esta, provavelmente, o mais forte texto sobre predestinação e soberania de Deus de toda a bíblia. O texto se encontra entre os versos 9.1 ao 11.36 e tem feito muitos teólogos a gastarem horas e horas no estudo dessa passagem que, admito, não é fácil sua interpretação.

Predestinação tem causado rixas, rachas e discussões há séculos. Talvez nenhum outro tema dentro da linha protestante é tão discutido quanto a predestinação. Dentro de seminários e conferencias que participei esse é o assunto mais assíduo e comentado dentre os estudantes e professores. Mas, embora o assunto seja controverso, podemos descartá-lo e considerá-lo não bíblico? Será que podemos arrancar a expressão da nossa bíblia ou trocá-la por outra menos conflitante? Com toda certeza não. Pois foi através da predestinação que Deus conduziu o seu povo para adoração.

 

 

A exposição de Paulo sobre a soberania de Deus em Rejeitar Israel (9:1-5)

 

O que estava acontecendo com Israel?

 

– Paulo derrama sua alma nesses primeiros versículos, ele sabe do peso em tratar esse assunto com os romanos acerca de seu próprio povo (judeus).

– Ele absorveu o espírito de auto-sacrificio de seu Senhor, mas sabia que nada poderia lhe separar do amor de Cristo. Por isso ele usa uma expressão hipotética de que ele preferia ser considerado “anátema” , algo impossível para aqueles que de fato estão em Cristo.

– Ele lista 9 itens exclusivos de Israel para lembrar o tanto que Deus se manifestou entre eles:

1- são israelita

2– sua é a adoção

3– a glória

4– as alianças

5– a legislação

6– o culto

7– as promessas

8 – seus são os pais (Abraão, Isaque e Jacó)

9– procede deles a natureza humana de Cristo.

– O que Paulo fala nesses versículos é: “entristece-me profundamente saber, que Deus ricamente os abençoou com inúmeras vantagens, e ainda vocês, oh Israel, tem fracassado em corresponder a Ele.”

– Como essa reação negativa pode ser explicada? O que será do povo de Deus? Deus rejeitou totalmente a Israel?

  

 

  O Israel dentro do Israel 9:6-13

– Paulo agora começa a tratar mais afundo sobre a soberana escolha de Deus dentro da nação. É de suma importância para Paulo destacar a soberania de Deus e a infidelidade do povo como causa de sua rejeição.

– Ele começa sua argumentação no vers.6 dizendo que “nem todos de Israel são, de fato, Israelitas.” Aqui Paulo vai ao âmago do assunto. Ele não faz rodeios para amenizar a mensagem. Ele abriu o assunto destacando a identidade e linhagem espiritual de Abraão.

– Os Filhos da carne de Abraão (sua linhagem sanguínea) obviamente têm Abraão como ancestral, mas não como pai, pois Abraão só pode ser pai daqueles que são seus filhos na promessa e o texto diz que nem todoso são.

– Começando com o primeiro filho da promessa, Isaque, Paulo traça o primeiro herdeiro da promessa da salvação e, obviamente ao fazer isso, denota a rejeição de Ismael.

– Da mesma forma, Paulo acentua a escolha de Deus a Jacó e a rejeição a Esaú expondo que a eleição é dada para aqueles que foram predestinados para a promessa excluindo assim toda possibilidade dessa escolha divina estar focada nas obras, pois o texto enfatiza que os meninos não eram nascidos e nem tinham ainda praticado o mal.

– A idéia aqui é expor a soberana escolha de Deus na eleição antes mesmo da vida humana cometer algum delito. Isso nos leva a uma conclusão lógica que não podemos ser eleitos pela obediência ou reprovados por nossa impiedade já que, por exemplo, postura ímpia em Jacó não faltou, mas somos eleitos para a obediência.

Segue uma ilustração da idéia de Paulo:Ilustração da ideia de Paulo

A liberdade de Deus em Sua escolha (9:14-23)

 

– Conta-se que ao ser indagado pela doutrina da eleição, Martinho Lutero simplesmente respondeu: Deixe Deus ser Deus! É exatamente isso que os versículos 14 ao 23 está falando. A livre escolha de Deus não O rebaixa, ou O faz injusto. A livre escolha de Deus na eleição de indivíduos revela a sua natureza: Ele é Deus. Ele faz o que quer, quando quer e com quem deseja. Ele é a única pessoa livre para isso.  A.W. Tozer falando sobre a Soberania de Deus diz: “ a soberania de Deus exige que Ele seja totalmente livre para fazer aquilo que lhe apraz em qualquer lugar ou qualquer tempo e desempenhar o Seu propósito eterno em cada detalhe, sem a mínima interferência. Se fosse menos que livre seria menos que soberano.”

–  Deus revela seu poder na eleição dizendo:  “Terei misericórdia de quem Eu quiser ter misericórdia”. Essa afirmação destaca a autoridade de sua vontade. Essa autoridade humilha os homens, fere seu orgulho e o faz reconhecer que a salvação provem unicamente da parte de Deus mediante a sua soberana vontade.

– Deus não é injusto, pois ele não fere os direitos do homem. Uma vez que todos os homens estavam condenados  e mereciam ao inferno (Romanos 3:23) , inclusive os eleitos, não há injustiça de Deus em eleger alguns para a salvação. A eleição esta no âmbito da glorificação de Deus. O individuo eleito é somente um sujeito beneficiado de uma ação que vem de Deus para o próprio Deus. Somos eleitos para adorar aquele que nos elegeu.

– Ele não só elege quem o quer, mas também endurece o coração daqueles do qual não foram eleitos, para que de toda maneira não venham a conhecê-lo. Essa ação de Deus mostra ainda mais a incapacidade do homem (não eleito) de chegar a salvação por méritos próprios quando este se encontra fora da vontade  para a eleição e agora ainda mais com o coração endurecido pelo próprio Deus.

– Paulo também ressalta o pequinês do homem quando este questiona a Deus por suas escolhas. E para mostrar o quão débil o homem é em discutir a eleição com Deus, Paulo apela na comparação do homem (criatura) com o próprio Deus (criador).

– Os vers. 22 e 23 nos expõe a ira de Deus na condenação dos não eleitos em contraste com sua misericórdia na eleição. Ao fazer isso, Paulo chega a conclusão que a graça pode ser manifestada, visível e anunciada quando Deus a derrama em homens que outrora estava condenado a perdição. Ao agraciar o homem com a eleição Deus é glorificado, pois parte Dele o desejo de salvar os homens. Glórias a Deus por isso!

 

 

Deus chama um novo povo! (9:24-29)

 

– Ainda que gramaticalmente os vers. 24 esteja ligado ao 22 e 23, Paulo retorna ao tema da seção: O chamado soberano de Deus!

– Paulo usa as profecias de Oseías e Isaías para defender seus argumentos dos versículos anteriores e preparar os leitores para sua próxima explanação.

– A salvação dos gentios no vers.24 esta ligado com a demonstração de Deus em dar a conhecer a homens a riqueza de sua glória, a salvação.

– Ao demonstrar essa salvação a gentios, Deus mostra que Ele tem um “povo fora do povo”, ou seja, Ele tem seus eleitos fora da nação de Israel.

– Ao revelar sua salvação fora dos limites étnicos de Israel, Deus demonstra com as palavras proféticas de Isaias que somente o remanescente da nação de Israel é que será salvo.

 

 

Justificação pela fé, uma centralidade para a Glória de Deus (9:30-10:21)

 

– Paulo agora apresenta argumentos sobre o estado corrompido de Israel que é a causa (dentro do chamado soberano de Deus) para a inclusão de gentios na linhagem espiritual de Abraão.

– A causa da inclusão de gentios é somente uma: A justificação pela fé!

– A justificação pela fé também é a causa da rejeição de Israel, pois os judeus se tornaram culpados ao tentar acertar seus relacionamentos e situação com Deus com base nas obras, fundamentando a sua esperança de salvação unicamente na lei, do qual eles não conseguiam cumprir.

– Logo, os filhos da promessa são feitos mediante a justificação pela fé, abrindo assim a possibilidade dos gentios se tornarem filhos de Abraão.

 

O Paradoxo da Salvação (9:6-29 – 10:9-13)

– A incredulidade da maioria dos contemporâneos judeus de Paulo se deve tanto a aleição soberana de Deus (9:6-29) quanto a sua recusa em crerem Cristo. Aeleição divina incondicional e a responsabilidade humana se encontram lado a lado, e não se deve de maneira nenhuma, admitir que uma elimine a outra. J.I Parker em seu livro “A evangelização e a Soberania de Deus” aponta esse paradoxo como um “antinômio”, duas verdades que aparentemente são contraditórias, mas que em um plano eterno se encaixam perfeitamente. Uma ilustração usada para isso é as duas linhas do trilho do trem que andam separados uma da outra mas no horizonte distante  aparentam se encontrar e uma linha só.

 

Israel é indesculpável diante de Deus (10:16-21)

 – Paulo nessa seção usa as palavras de Moisés e Isaias para lembrá-los de um fato: Israel já ouvira sobre as promessas de Deus em incluir os gentios como seu povo. E conclui a seção lembrando que Israel (nação) tem tido revelações de Deus, mas este por sua vez se tornou um povo rebelde e contradizente.

 

O Remanescente de Israel (11:1-10)

 – Paulo ressalta que embora muitos da nação de Israel ficaram com um coração endurecido e rebelde contra Deus, há ainda um remanescente dentro da nação (os filhos da promessa) do qual o próprio Paulo faz parte como um eleito.

– Ao manter firme o remascente fiel (que foram também justificados pela fé) Deus cala a boca da nação os impossibilitando de dizer que Deus os abandonou.

– Paulo faz menção as palavras de Isaias comparando o remanescente com os 7 mil homens que não se corromperam a idolatria(1 Reis 19:18). Essa argumentação afirma ainda mais a soberana escolha de Deus em preservar um remanescente em toda a historia de Israel, colocando em descrédito a idéia de que a nação inteira pudesse ser salva por serem tão somente descendentes de Abraão.

 

O Ramos Enxertados 11:11-24

– Nessa seção Paulo aborda a salvação e permanência dos gentios na eleição. Para Paulo os gentios fazem parte de um plano perfeito de Deus onde Israel se torna culpado por rejeitar a Deus concedendo assim salvação para todos os povos.

– Paulo chama os gentios de ramos enxertados, ou seja, eles foram chamados em segundo estante, mediante a rejeição de Israel para ser colocados também como filhos da promessa feita a Abraão.

– Paulo expõe a glória da salvação dos gentios com base na reconciliação deixada pela rejeição de Israel. De fato, se Israel foi instrumento de Deus para reconciliação do mundo, maior ainda será a salvação dos gentios “trazendo vida dentro os mortos”(11:15).

– Paulo admoesta os gentios trazendo luz a rejeição dos ramos naturais (Israel). Paulo quer com isso exortar os gentios e desafiá-los a ficar firmes em seu chamado, lembrando sempre que Deus não poupou os ramos naturais e nem irá poupá-los caso se rebelem contra Deus. Caso isso acontecesse provaria para o próprio rebelado que ele próprio não foi chamado à eleição.

 

O que será da nação de Israel? (11:25:32)

– Os versículos 25 e 26 do cap.11 é uma das passagens mais difíceis de interpretação de toda a seção. Até aqui, Paulo menciona: a escolha soberana de Deus, a rejeição de Israel, a culpa da nação em se rebelar contra Deus e os ramos enxertados na linhagem da promessa.

Agora Paulo volta sua atenção para os propósitos de Deus em relação a salvação de Israel, salvação essa prometida no vers. 26.

– Vários teólogos tem tido sua visão acerca do texto, vejamos duas dessas interpretações:

1João Calvino no seu “Comentário do Livro de Romanos” entende que o “todo Israel” é a soma dos salvos da antiga aliança (remanescentes) com os ramos enxertados (gentios eleitos) destacando assim todo o povo de Deus.

2John Stott no seu comentário “A Mensagem do Livro de Romanos” defende Israel como a nação étnica somente, entendendo que Deus um dia voltará a salvar a nação por meio de alguns representantes eleitos.

 

Minha consideração acerca da passagem:

– Paulo afirma que se Deus pode escolher de forma soberana, e, surpreendente, um grande numero de gentios para integrar seu povo, ele também pode reverter posteriormente essa situação e voltar a escolher um grande numero de judeus. Portanto o “todo Israel” pode estar ligado com certo numero de representantes de todo o povo. Concordo nesse ponto com John Stott quando diz: “… por todo o livro de Romanos, no entanto, “Israel” significa o Israel étnico ou nacional, em contraposição as nações gentílicas. E é este obviamente o significado no versículo 25. Portanto a palavra dificilmente poderia assumir um significado diferente logo no versículo seguinte.

– É exegeticamente impossível dar a Israel neste versículo qualquer outra conotação senão aquela que vem sendo conferida ao termo no decorrer de todo o capítulo. Seria muito confuso para igreja de Roma interpretar a carta de Paulo, quando este muda o significado das palavras de um versículo par outro. Então concluímos que para Paulo o “todo Israel” esta se referindo a nação de Israel por meio de seus representantes que serão eleitos. Provavelmente um grande número de judeus que se converteram assumindo o papel dos remanescentes do vers. 5.

 

Os Propósitos Soberanos de Deus (11:33-36)

Paulo conclui sua análise do passado, presente e futuro de Israel com um hino de louvor a Deus, cujos caminhos estão além do seu entendimento. Ao encerrar com a glorificação a Deus por seu rico conhecimento e graça, Paulo deixa transparecer que nem ele mesmo entendia todos os propósitos de Deus.

– Paulo exalta a pessoa de Deus como Aquele que controla todas as coisas segundo a sua boa vontade.

– A sabedoria e o conhecimento de Deus referem-se particumente a revelação de seus propósitos em Cristo, autor e consumador da fé de todos que são salvos.

– O propósito revelado na pessoa de Cristo da a Paulo a certeza da perfeita demonstração de amor de Deus em relação aos seus eleitos. Foi a glorificação de Deus por meio da morte de Cristo que concede salvação aos homens, sendo o próprio Paulo um deles.

– Assim Paulo conclui que Deus é a fonte (pois Dele), o sustentador (por Ele) e o objetivo (para Ele) de tudo.

–  Com esse hino de glorificação a Deus, Paulo nos ensina a descansar e confiar em Deus e em seus eternos propósitos. A predestinação e a pré-ordenação de Deus fazem com que nada fuja de seu total controle.

– Assim, caí por terra também a idéia proposta pelo Teísmo Aberto, a crença em um deus auto-limitado e não onisciente que abriu mão de sua soberania para se relacionar com os homens. Os propagadores do Teísmo Aberto (Clark Pinnock, Richard Rice, John Sanders, Willian Hasker, David Basinger e atualmente no Brasil Ricardo Gondin) tenta demonstrar pela primeira vez historia do cristianismo um argumento “racional” fundamentando no sentido que o Deus da bíblia está conosco no tempo e não conhece o futuro em detalhe absoluto. Diante do texto de Romanos 9-11 é visível que o Teísmo Aberto é mais um emaranhado de pensamento humano para adequar os eventos do mundo dentro de uma perspectiva mais confortável e menos conflitante entre o homem e um “deus bonzinho”.

– Para Paulo a seção do cap.9-11 é indubitavelmente os capítulos da soberania de Deus, onde Ele controla tudo e a todos do qual ninguém, nem judeus ou gentios, se quer podem fugir de sua soberana escolha. Para Paulo, Deus é quem manda, Deus é sua própria lei. E é ele quem dita às regras jogo.

– Diante de tal revelação e diante de um Deus Sábio, Poderoso e Soberano na salvação a nossa resposta só pode ser uma “A Ele a Glória para sempre Amem”. (11:36)

 

 

Considerações finais:

– É notável que o Deus da bíblia é diferente do deu da cristandade moderna! O conceito de deidade que predomina hoje em dia, mesmo entre os que professam crer nas escrituras, é uma deplorável caricatura, uma burlesca imitação da verdade. O deus que é pregado nos púlpitos  do século XXI é um ser enfraquecido e incapaz, que não infunde respeito a qualquer pessoa que realmente pensa.

Diferente dessa percepção errônea da deidade, o Calvinismo ( que para mim é o próprio evangelho) trata o ser de Deus como Ele deve ser. A soberania de Deus destacada no Calvinismo é absoluta, infinita e irresistível. Quando o Calvinismo diz que Deus é de fato soberano ele assevera o Seu direito de governar o universo, criado para a sua própria Glória. O Calvinismo afirma que o direito de Deus é semelhante ao direito do oleiro sobre o barro, ou seja, moldá-lo em qualquer forma que deseje, produzindo, da mesma forma, uma vaso para honra e outro para desonra.

A soberania de Deus na perspectiva calvinista caracteriza todo o ser de Deus, não esquecendo nenhum de seus atributos. Ele é soberano em todos os seus atributos e em toda a historia.

 

Tiago H. Souza 03/03/2012

 

Livros Consultados:

Stott, John. A Mensagem do livro de Romanos. São Paulo: ABU, 2009.

Hendriksen,Willian. Comentário do Novo Testamento: Romanos. São Paulo: Cultura Cristã, 2004.

Bruce, F.F. Introdução e Comentário do livro de Romanos. São Paulo: Vida Nova.

Magalhões, Francisco Mario Lima. O Sentido de “Todo Israel” em Romanos 11:26 Segundo Calvino. Fides Reformata XI N°2, 2006

Thielman, Frank. Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Shedd Publicações, 2007.

Tozer, A. W. Mais Perto de Deus. São Paulo: Mundo Cristão, 1980.

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2 comentários em “Predestinação, Uma ação de Deus que nos leva a Glorificar o Seu Nome – Tiago H. Souza

    • Ela é baseada exclusivamente na escolha soberana de Deus. Se a eleição estivesse na presciência de Deus somente, Deus não seria soberano na salvação e biblicamente a palavra “predestinação” e “eleição” não teria sentido algum. Abraços

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